• 2021, o ano em que não vivi

Atualmente, a liderança compartilhada é tema de debate. A enfermagem vive um novo repensar de liderança, assumindo diferentes papéis dentro de suas atividades assistenciais e na gestão de saúde. Este estudo buscou analisar as “14 competências de liderança como ferramentas para a promoção da qualidade na assistência à saúde”. 2021, O ANO EM QUE NÃO VIVI aborda de forma visceral como a depressão, causada por inúmeros fatores, desde a pandemia até a falta de dinheiro e a demissão de um emprego — em que a autora sofreu assédio moral severo a ponto de ter que tomar medicação para ir, ?car e retornar à sua residência —, culminou com uma internação compulsória, na qual a autora pôde presenciar o dia a dia de um hospício.
Aqui você encontrará o relato do que existe por trás de uma internação de verdade, que nada tem a ver com um hotel fazenda ou um spa. Parece mais um umbral, onde as almas ?cam vagando esperando a alta.
O mais interessante foi ver a reincidência de retornos à internação e como a alta é temida pelos internos, muito embora seja o ponto de chegada de todos.
Para quem viu o ?lme Garota, interrompida, vai identi?car os diversos sentimentos vividos pelos internos, muito embora neste livro eles sejam narrados com muita mais realidade. Aqui você encontrará um verdadeiro manual de como sobreviver ao inferno da internação e renascer após esse episódio. É um livro que relata um diário do hospício e a forma de, como uma fênix, renascer das cinzas e enfrentar o dia a dia de uma maneira diferente e mais comprometida.

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Autor Renata Pinheiro Ziterith
Editora Artêra Editorial
Idioma PORTUGUÊS
Encadernação Brochura com Sobrecapa
Páginas 57
Ano de edição 2023
Número de edição 1

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2021, o ano em que não vivi