A autora foi extremamente ousada em defender, neste trabalho, a possibilidade da utilização da carta psicografada como meio de prova. Embora haja precedentes no Direito Penal, o tema é controvertido e causa polêmicas, especialmente pelas discussões de cunho moral e religioso que levanta. O fenômeno da psicografia é pouco conhecido em Portugal, onde a autora apresentou pela primeira vez este trabalho, nos seus estudos de pós-doutorado em Coimbra, mas amplamente divulgado no Brasil, pela existência do internacionalmente conhecido médium Chico Xavier. Reconhecer a mediunidade como habilidade natural do ser humano, independente de crença e das dificuldades de demonstração científica do fenômeno, nos padrões academicamente aceitos, é um desafio que se propõe a enfrentar com o presente trabalho. Miguel Timponi afirma que "O direito de duvidar é tão respeitável como o de crer”, mas a autora busca demonstrar que não se trata de questão de crença, mas de fatos, mesmo que não compreendidos, que fazem parte de nossa realidade. A autora, concluiu, neste trabalho, pela possibilidade de utilização da carta psicografada como meio de prova, ainda que com ressalvas e com a devida cautela. Tatiana Bonatti Peres, com entusiasmo, afirma, a respeito dos fenômenos mediúnicos, ainda não exaustivamente explicados pela ciência: "O que não se pode é fechar os olhos para os fatos, ainda que não estejamos aptos a compreendê-los por completo."
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| Autor | Tatiana Bonatti Peres |
| Editora | Chiado Editora |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 102 |
| Ano de edição | 2019 |
| Número de edição | 1 |

