Seria a cruz, um símbolo pagão introduzido no meio cristão? Será que o nosso Senhor Jesus Cristo foi estuprado em público por um deus punidor? Essa obra vem esclarecer através de evidências arqueológicas e históricas, de que a cruz da cristandade hoje em dia, nada mais é do que a cruz do culto imperial romano, chamada na antiguidade de “troféu de vitória”. O desenho da cruz na antiguidade, representava um deus de braços abertos, passando a ideia de proteção. Obviamente, uma pessoa protegida, lhe seria garantida, bênçãos, vitória sobre o mal, e boa sorte. E é justamente o que milhões de cristãos fazem; o “sinal da cruz” em sua fronte, em busca de proteção e bênçãos. Apesar de muitos outros cristãos alegarem que não veneram a cruz, e que a intenção é representar o instrumento que supostamente Cristo morreu, o simples uso deste símbolo é inadmissível. Por quê? A crucificação também era a representação de um deus pagão punindo um condenado. Significava a vitória total sobre o inimigo concedida pelo deus, de um modo humilhante. As diferentes formas do uso da cruz se fundem numa implícita religiosidade vitoriosa. Obviamente que o simples uso deste símbolo, seria inapropriado para um cristão de acordo com a bíblia, pois o mesmo representa um ídolo. Com certeza, essa obra despertará a curiosidade, tanto do público acadêmico, como também do público religioso, de uma forma um tanto polêmica!
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| Autor | J. F. Custodio |
| Editora | Chiado Editora |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 188 |
| Ano de edição | 2019 |
| Número de edição | 1 |

