• A face obscura da esfinge midiática: estudo de recepção junto a adolescentes

A face obscura da esfinge midiática: estudo de recepção junto a adolescentes aborda a recepção de informações e imagens de violêcia, transmitidas cotidianamente na televisão, acerca do jovem em conflito com a lei. Para tanto, a autora faz uma análise das origens e da concepção de violêcia, buscando problematizar a apropriação midiática desse conceito, e explica o abuso da veiculação dessas imagens e informações, retomando as consequêcias da globalização para a comunicação – principalmente quando se observa o acirramento da concorrêcia e a luta pela conquista de audiêcia. Esta muitas vezes é alcançada quando se apela para as sensações e sentimentos da população, no modelo de telejornal que se convencionou chamar de sensacionalista. Justamente aqueles que mais sofrem a falta de direitos básicos – e aqui poderíamos considerar os direitos de segunda geração, tais como o emprego com carteira assinada –, são os jovens, alvos frequentes dessa manipulação de informações da mídia. Em pleno processo de ressocialização, necessitam da garantia dos direitos civis, políticos e sociais para se inserirem de forma cidadã na sociedade, e são também por isso o grupo selecionado para esta pesquisa de recepção.

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Autor Núbia Simão
Editora Appris
Idioma PORTUGUÊS
Encadernação Brochura com Sobrecapa
Páginas 171
Ano de edição 2017
Número de edição 1

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A face obscura da esfinge midiática: estudo de recepção junto a adolescentes

  • Brochura com Sobrecapa

  • Núbia Simão

  • Appris

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