Publicado em 1974, o livro A via crucis do corpo, de Clarice LIspector, foi recebido pela crítica como uma "obra menor", "um desvio", até mesmo "um lixo", em relação aos demais textos da escritora, que o teria produzido por encomenda, em um momento de dificuldades financeiras. Com o propósito de questionar essa crítica cristalizada e, a seu ver, injusta, Nilze Reguera realiza um estudo minucioso sobre esse livro, demonstrando suas qualidades como um trabalho de (e com) a linguagem e como um lugar de problematização de certos conceitos. Defende a necessidade de reavaliar posições interpretativas que não levam em conta sua ambivalência constitutiva, desvelada quando A via crucis do corpo é lida sob a perspectiva da encenação e do fingimento, de modo a se articular perfeitamente ao conjunto da obra legada pela escritora.
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| Autor | Nilze Maria de A. Reguera |
| Editora | Editora Unesp |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 288 |
| Ano de edição | 2006 |
| Número de edição | 1 |

