Bens e serviços conferidos a título de direitos sociais fazem parte de uma rede de políticas sociais que envolvem a ideia de maior ou menor intervenção estatal na esfera socioeconômica como forma de estabelecer uma proteção social que assegure o bem-estar dos indivíduos em sua relação com a sociedade e o mercado, a fim de garantir-lhes um mínimo de condições sociais que propiciem o seu pleno desenvolvimento e uma real igualdade de oportunidades. Essa “rede de proteção”, ou esse setor, é conhecida genericamente como Estado social, e não alude a uma forma de Estado em si, mas a uma função a que se presta o Estado moderno. Na contemporaneidade, marcada pela revolução tecnocientífica e pelo surgimento da sociedade em rede, as instituições econômicas, políticas e sociais modernas sob as quais se ergueu o Estado social são modificadas rapidamente, gerando o processo de disfonia estatal, em que parte da soberania do Estado-nação é virtualizada (passando de ato à potência), conduzindo-o a um Estado virtual. Nesse contexto caótico, o futuro é permeado por incertezas, e os rumos e a sobrevivência do Estado social ficam condicionados ao poder da rede.
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| Autor | Marcelo Bidóia dos Santos |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 265 |
| Ano de edição | 2020 |
| Número de edição | 1 |

