Este livro discute as relações de poder na escola, tratando do conjunto de técnicas e práticas realizadas no contexto escolar, pautando-se pelo estudo das funções e instrumentos da tecnologia disciplinar que, em nome da distribuição dos corpos pela ordem espacial, são responsáveis por exercer vigilância e exame. A análise incide, ainda, sobre as operações dos sujeitos, que golpeiam as estruturas disciplinares e que transformam esse lugar em espaço praticado, e sobre os processos de subjetivação como formas de construção dos sujeitos integrantes do processo escolar. A escola é apresentada como uma instituição social que sofre as interferências do modelo de sociedade em que se insere e, por não estar isenta, participa do processo de criação e manutenção de verdades e de produção de subjetividades. Dessa forma, reafirma a escola como uma construção social passível de ser discursivizada e constituída por sentidos que se constroem e se manifestam nas práticas cotidianas de interação captadas em alguns momentos de enunciação que, por mais singulares que sejam, ressoam seu caráter histórico-dialógico e interdiscursivo.
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| Autor | Cristina Batista de Araújo |
| Editora | Paco Editorial |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 156 |
| Ano de edição | 2017 |
| Número de edição | 1 |

