Dimas se aproximou de Luana e seu olhar já não podia mais esconder. Havia se apaixonado por ela. -Eu amo você Luana! -Não é verdade! - Disse Luana sem ter certeza. -Eu estou livre! -Eu sei disso. Mas não por causa do meu amor. -Justamente pela possibilidade de seu amor é que eu me sinto livre! -O amor pode ser a maior das prisões. Nesse caso ele então não é amor. Só o verdadeiro amor pode libertar. -Então por que me sinto livre? -Porque você descobriu o seu amor por você mesmo! (O encontro no Pântano da Morte) - Queremos que ele cresça! - Disse finalmente. - Que se espalhe pelo mundo afora. Que inspire a paz e a liberdade a outras pessoas. Os Jardins do Paraíso não são essas árvores e essas montanhas, nem muito menos as dezenas de casas que existem aqui. Ele é um momento de abstração, um estado das almas livres que se deixam guiar pela luz. É para onde todo mundo promete ir depois da aposentadoria, ou depois de juntar muito dinheiro sem ter mais tempo de gastá-lo. É também, o lugar que muitos acreditam ser o céu e se esquecem que o céu não está em nenhum lugar a não ser dentro de nós mesmos. Todos nós merecemos os Jardins do Paraíso, mas muitos não sabem construí-lo dentro de si mesmos. Cada um de nós já vivia aqui, mesmo antes de virmos para cá. (Resposta de Luana a Dimas, sobre os Jardins do Paraíso)
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| Autor | Clécio Salvador Faria |
| Editora | Chiado Editora |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 172 |
| Ano de edição | 2016 |
| Número de edição | 1 |

