Antropologia digital e experiêcias virtuais do Museu de Favela analisa os usos de redes sociais por jovens das favelas do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho no Rio de Janeiro, e documenta o processo de criação de plataformas digitais para o Museu de Favela na mesma comunidade. A base teórica é da antropologia, especialmente a subdisciplina da antropologia digital de tradição inglesa. Recorrendo à abordagem etnográfica, o livro investiga as vozes polifônicas dos atores locais ao partilhar do legado e patrimônio das memórias sociais comunitárias. A hipótese que fundamenta a pesquisa é de que o mundo on-line é campo de mediação tão autêtico com o offl-ine, com todas as suas contradições. Assim, muitas marcas sócio-históricas das experiêcias de sociabilidade, do modo de relação com a política, das expressões espirituais e da cultura do lúdico nas favelas aparecem nas redes sociais como retenções precedentes, embora novos sentidos e experiêcias se multipliquem.
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| Autor | Mônica Machado Cardoso |
| Editora | Appris |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 215 |
| Ano de edição | 2017 |
| Número de edição | 1 |

