As parlendas de Salada, saladinha nos despertam para a dimensão lúdica da linguagem, que acabamos por esquecer, à medida em que nos afastamos da língua em sua origem oral e popular. Mas, de verdade, o que temos aqui é poesia -- não a poesia lírica e sóbria, mas a poesia-jogo, poesia-brinquedo, poesia-provocação. Ao ouvir e ler parlendas, somos tocados por pequenos poemas que nos convidam para a ação e para a brincadeira, além de entrarmos em contato com a língua em sua forma mais natural e espontânea -- uma língua poética que diverte, incita e desperta a imaginação. Em tempos como os nossos, em que a publicidade bombardeia tanto as crianças, despertando o seu desejo por brinquedos eletrônicos, bonecas de plástico e videogames, as parlendas convidam a entrar num jogo muito mais simples, mas certamente mais estimulante, em que os únicos aparelhos necessários são a imaginação, a criatividade e a interação com o outro.
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| Peso (kg): | 0,205 |
| Altura (cm): | 24,00 |
| Largura (cm): | 20,50 |
| Espessura (cm): | 5,00 |
| Autor | Rosane Maria José; Pamplona Nóbrega |
| Editora | Moderna - Paradidático |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 56 |
| Ano de edição | 2005 |
| Número de edição | 1 |
