O que toca e fica, o que toca e vai... no vento, no ventre. A pele: Órgão | Sentido | Vestígio | Por um lado nos aparta do mundo, por outro nos permite contatos. Envoltório - de quê? Reduto de nichos a serem percorridos, espaços a serem descobertos – esconderijos? Miudezas de sinais, texturas, pelos. Onde pele, que se sinta. Em coceiras, inquietude. Em arrepios, declaração. Sentido revestimento de sentidos, nos orienta nas vontades, nas diluições: transbordância. Da profunda solidão de quem experimenta viver na pele, à flor da. No todo-do-dia, esse cotidiano delicado e sutil dos feixes de luz. Desconcertos nas leituras à esmo: abrir secreto de páginas, como o abrir de uma manhã após a outra. Rugas – sulcos na terra das muitas peles; no despir, as marcas do contato nas marcas. Pele é senda, é sina de quem habita-se e se faz habitar.
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| Autor | Rita Loureiro Graça |
| Editora | Chiado Editora |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura |
| Páginas | 80 |
| Ano de edição | 2016 |
| Número de edição | 1 |

