Memórias Póstumas de Brás Cubas, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório, que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que, muitas vezes, suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. Por isso, caro leitor, não crie expectativas equivocadas. Leia este romance de coração e cabeça abertos – principalmente cabeça aberta – e encare-o como um manual de filosofia para iniciantes. Mas um manual divertido, muito divertido. Boa leitura!
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| Peso (kg): | 0,106 |
| Altura (cm): | 19,00 |
| Largura (cm): | 13,50 |
| Espessura (cm): | 0,70 |
| Autor | Machado de Assis |
| Editora | Ciranda Cultural |
| Idioma | PORTUGUÊS |
| Encadernação | Brochura com Sobrecapa |
| Páginas | 160 |
| Ano de edição | 2002 |
| Número de edição | 1 |

