• Sinfonias em si - Nós em nó

Seguindo os preceitos da entropia nas artes, que, segundo Robert Smithson, pode ser entendida como grau de desordem ou incerteza de um sistema, ou ainda como caos, desorganização, acaso, resulta um texto atemporal, onde a personagem estabelece vínculo com a instalação da história, sem marcadores cronológicos explícitos, revelando a deterioração temporal ou a “desevolução”, neutralizando o mito do progresso. A noção de obra terminada, completa, total, é substituída pela ideia de arte como pratica de uso. O texto como um todo, é uma personagem, um álter- ego anônimo que transgride, observa, reluta, reivindica, vive e reinventa a sensação de “ser” e “estar” compartilhando o mundo com situações, seres, atitudes, e objetos às vezes incompreensíveis ao “lugar-comum” ou mesmo ao “non-sense”, afinal todos somos signos em transformações e significâncias.

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Autor Júlio César Pereira de Freitas Guató
Editora Chiado Editora
Idioma PORTUGUÊS
Encadernação Brochura
Páginas 70
Ano de edição 2018
Número de edição 1

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Sinfonias em si - Nós em nó